
A25

Retirado de: O Económico

O diploma que estabelece o pagamento de portagens na A23 (que entre o nó com a A 1 e o nó Abrantes Este, integra a Concessão da EP — Estradas de Portugal e no restante a Concessão da Beira Interior), a partir de 08 de dezembro foi hoje publicado no Diário da República.
Para além da A23, as vias que passam a ter portagens são a A22, que integra a Concessão do Algarve, a A24 (integrada na Concessão do Interior Norte) e a A25 (que integra a Concessão da Beira Litoral/Beira Alta).
O decreto-lei garante a criação de “um regime de discriminação positiva para as populações e para as empresas locais, em particular das regiões mais desfavorecidas, que beneficiam de um sistema misto de isenções e de descontos nas taxas de portagem”.
Desde logo, estabelece que as pessoas singulares e as pessoas coletivas que tenham residência ou sede na área de influência destas autoestradas “ficam isentas do pagamento de taxas de portagem nas primeiras 10 transações mensais que efetuem na respetiva autoestrada”.
Após estas 10 passagens em pórticos, estes beneficiários têm “um desconto de 15% no valor da taxa de portagem aplicável em cada transação”.
Para beneficiarem do desconto, os utilizadores tem de comprovar periodicamente a sua morada de residência ou da sede da empresa, apresentando o título de registo de propriedade, o certificado de matrícula ou um documento do locador que identifique o nome e a morada da residência ou da sede do locatário.
Este regime de isenções e descontos está em vigor até 30 de junho de 2012 e, a partir de 1 de julho de 2012, mantém-se apenas para as autoestradas que servem regiões com um produto interno bruto (PIB) per capita regional inferior a 80% da média do PIB per capita nacional.
O sistema de cobrança é “exclusivamente electrónico” e o não pagamento de portagens está sujeito a sanções.
Retirado de: O Mirante
Aproveito aqui para transmitir a resposta da Via Verde a um mail meu acerca da Discriminação Positiva:
PERGUNTA: A dúvida que coloco é no sentido de saber a que se refere as 10 transações mensais gratuitas ( 10 viagens independentemente dos quilómetros percorridos ou 10 pórticos ) ?
RESPOSTA: Em resposta, informamos que a passagem sob dois ou mais pórticos sucessivos conta como uma viagem, desde que o veículo faça o percurso no intervalo de tempo expectável face à distância a percorrer e às velocidades aplicáveis na via. Uma ida e uma volta correspondem sempre a duas viagens.
Se passar num só pórtico será cobrado apenas da taxa correspondente a esse pórtico. Se passar em dois pórticos sucessivos ou mais será cobrado o valor total desses pórticos, atendendo sempre ao regime da discriminação positiva ( isenções do pagamento de taxas de portagem nas primeiras 10 utilizações mensais da respectiva SCUT e descontos de 15% nas utilizações seguintes na mesma SCUT e no mesmo mês).
Por último, informamos todos os locais onde se pode proceder pessoalmente à validação do pedido de Discriminação Positiva: Balcões dos CTT, on-line, Loja do Cidadão ou nas Lojas Via-Verde
Com os melhores cumprimentos,
Via Verde Portugal, S.A.



Passeio organizado pelo CNE - Agrupamento 580 (Tortosendo) & Comissão de pais
Percurso:+- 12Km
Dificuldade: Média (Inclui 1 ponto de apoio)A organização não se responsabiliza por qualquer acidente que venha a ocorrer nesta acção.


Paulo Madeira
Um ferido ligeiro e vários danos estruturais, resultaram de uma fuga de gás, seguida de incêndio, na tarde de ontem, na vila do Tortosendo.
O alerta terá sido dado pelas 13,36h, numa habitação situada junto da Escola Primária do Tortosendo ( Largo da Feira ). A única vitima deste incidente seria a única ocupante da habitação, tendo sido transportada para o Hospital Pêro da Covilhã, segundo informou a Guarda Nacional Republicana(GNR).
No local estiveram os Bombeiros da Covilhã, com duas viaturas e sete elementos, no qual esteve envolvida a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do INEM, com dois elementos.
Retirado de: Rádio Caria

Jovens e adultos do Bairro Social do Largo da Feira no Tortosendo juntaram-se no passado fim-de-semana para pintar o túnel que atravessa os prédios e que ao longo dos últimos anos tem sido alvo de vandalismo. Aderindo ao desafio de pintar Portugal lançado pelo Programa Escolhas, o Projecto Quero Saber, lançou mãos à obra e depois de ter identificado este local como o mais necessitado no Tortosendo, angariou materiais e voluntários e transformou um espaço degradado num local aprazível.
Mais importante até do que o novo aspecto das paredes do túnel foi o facto de crianças, jovens e adultos do bairro se terem mobilizado e, em ambiente de festa, trabalhado arduamente durante uma manhã.
Esta iniciativa denominada dia do Voluntariado Escolhas decorreu a nível nacional e tinha como objectivo não apenas melhorar o aspecto dos muros vandalizados do país mas principalmente mobilizar os jovens para melhorarem os seus espaços de vivência. No Tortosendo o desafio foi cumprido em pleno porque houve uma efectiva melhoria de um espaço público e a participação activa dos habitantes do bairro numa acção de cidadania.
O Projecto Quero Saber é uma iniciativa promovida por um consórcio constituído pelo Agrupamento de Escolas do Tortosendo, pela CooLabora, pela CPCJ, pela Junta de Freguesia, pela Modatex e pelo Nercab. Tem como objectivos promover a inclusão escolar e social das crianças e jovens em idade escolar e o desenvolvimento de uma cultura empreendedora entre os jovens e crianças.
Retirado de: Animar
Tendo como público-alvo todos os adultos que vivem no mesmo agregado e que exercem influência sobre o ambiente familiar da criança, esta acção de sensibilização tem como objectivo minimizar situações de risco e incentivar as famílias a desenvolver um ambiente saudável e equilibrado em sua casa.
As inscrições devem ser feitas até ao dia 14 de Outubro, no Departamento de Educação, Cultura e Desporto [Rua Portas do Sol - Covilhã], de Segunda a Quinta-feira, das 09h00 às 18h00 e Sextas-feiras, das 09h00 às 13h00, ou através do telefone 275 310 690.
Acabaram-se os adiamentos e as dúvidas em relação às portagens. Quem usar o asfalto da A23 vai pagar. E não esperará muito. É já este mês.
ESTÁ aberta uma via verde para o bolso dos utilizadores da Auto-estrada da Beira Interior. Ainda este mês vai iniciar-se a cobrança de portagens na A23, pondo-se fim aos sucessivos adiamentos. Cumpre-se, assim, a ameaça que pairava sobre os milhares de utentes diários desta via e que se começou a concretizar com a instalação dos 16 pórticos de cobrança no primeiro semestre deste ano.
O anúncio foi feito pelo ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira,na última sexta-feira, na Assembleia da República , durante a apresentação das linhas orientadoras do Plano Estratégico de Transportes para o período entre 2011 e 2015. Já hoje, quinta-feira, dia 13, deverão sair do Conselho de Ministros as coordenadas detalhadas sobre a data exacta da entrada em vigor da cobrança das portagens, preços e os critérios para eventuais isenções.
Os valores que têm vindo a ser ventilados apontam para o pagamento de oito cêntimos por quilómetro, à semelhança de outras ex-SCUT´s, o que implica que uma viagem entre a Guarda e Castelo Branco custará cerca de 6,8 euros, ou seja, mais de 13 euros diários numa jornada de ida e volta entre as duas capitais de distrito. Entre a Covilhã e Castelo Branco, uma viagem terá um custo de 3,50 euros e entre o Fundão e Castelo Branco de 2,70 euros. Uma simples deslocação entre o Fundão e a Covilhã terá um custo de cerca de um euro.
O Movimento Empresários P´la Subsistência do Interior já veio a terreiro considerar que “a forma como, na Comissão de Transportes, o Ministro da Economia tratou este assunto foi um autêntico insulto ao interior do país pois, um governo que ainda não tem um plano de incentivos ao investimento e ao emprego, nomeadamente para a Beira Interior, é um governo que só cede a lobbies, não tendo em consideração que a região poderá sucumbir em termos económico-sociais se os custos de contexto não forem eliminados sendo a intenção de portajar a “machadada” final no projecto de subsistência da maior parte das empresas e das pessoas que, por terem pouca representatividade no todo nacional, estão claramente a ser colocadas de lado neste processo de eliminação selectiva do orgulho nacional”.
“Governo decidiu afrontar as gentes desta região”
A Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A23 e A24 consideram esta decisão “uma enorme afronta àqueles que vivem e trabalham nos distritos de Viseu, Castelo Branco, Guarda e Vila Real”, pois o “Governo sabe que a cobrança de portagens nas auto-estradas A25, A23 e A24 acrescentará grandes dificuldades às empresas desta vasta região e levará muitos trabalhadores ao desemprego, concluindo que “o Governo decidiu afrontar as gentes desta região”.
Retirado de: Jornal do Fundão

“A Estação dos CTT no Tortosendo não vai encerrar”. A garantia foi deixada por Mário Raposo, do executivo da Junta de Freguesia, na reunião da Assembleia de Freguesia que contou com a participação de cerca de meia centena de populares. O assunto foi debatido na passada sexta-feira, um dia depois do protesto promovido pela Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Tortosendo contra a privatização dos Correios naquela vila.
Segundo Mário Raposo, a privatização nunca foi uma opção para a junta que “desde o princípio assumiu que os serviços públicos não podem fechar". Perante a possibilidade de o serviço deixar de existir, a autarquia optou por assumir a responsabilidade. Para isso foram exigidas algumas garantias, nomeadamente a cedência do edifício que passará a funcionar como sede da junta de freguesia, explica Mário Raposo. “Todo o edifício nos interessa porque há actividades que a junta quer desenvolver”, explica acrescentando que há um problema de infiltração de agua no primeiro andar que os CTT se comprometeram resolver. Depois dessas obras realizadas, o edifício será entregue à junta através de um contrato de comodato por um período de cinco anos, bem como o serviço dos CTT mediante o pagamento de uma verba fixa e uma comissão pelos serviços prestados. Segundo Mário Raposo, “os CTT irão assegurar a formação dos funcionários e farão chegar diariamente a verba necessária para o pagamento das reformas. O serviço de domicílio já hoje é assegurado pela Covilhã e assim se vai manter”. Esclarecimentos que chegaram um dia depois do protesto que juntou dezenas de pessoas à porta dos CTT no Tortosendo. Mário Raposo recorda que “há sítios próprios onde as coisas se esclarecem, não é na praça pública que se fala nisto”, explica acrescentando que “há determinadas forças políticas que jogam muito nesta questão da agitação popular e pensa que é a pressão na rua que resolve as coisas. Mas hoje não é assim, estamos numa fase em que há que criar parcerias e soluções”.
No final da Assembleia de Freguesia a população mostrou satisfeita pela manutenção dos CTT no Tortosendo. “Mais tranquilo” ficou também Ramiro Venâncio, eleito do PCP e porta-voz da Comissão de Utentes que admite continuar “aborrecido porque a junta ocultou aos eleitos os pormenores deste negócio”.
Retirado de: Jornal do Fundão