
NOVOLHAR Óptica Médica
Luís Miguel Jesus Pais
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Promover a inclusão de pessoas com mobilidade reduzida, construindo planos correctivos de eliminação de barreiras urbanísticas e melhorando a acessibilidade de todos são os objectivos do projecto “Tortosendo Inclusivo” promovido pela Junta de Freguesia.
Com um orçamento de 170 mil euros, comparticipados pelo Programa Operacional do Potencial Humano (POPH), a equipa técnica vai começar por fazer um diagnóstico das condições de acessibilidade na vila, explica Sara Ferrão. Para além do diagnóstico, o projecto contempla também acções de sensibilização e de formação com a elaboração de um manual de boas praticas para técnicos e empresários do sector da Construção Civil. Todas as actividades vão ser divulgadas no blogue do projecto e os resultados serão divulgados ao longo do ano numa plataforma online.
No final dos dois anos será elaborado Plano Local de Promoção de Acessibilidades (PLPA) e as obras que forem necessárias serão alvo de candidaturas a fundos comunitários. Segundo Mário Raposo, da Junta de Freguesia do Tortosendo, o que está previsto “é aplicar verbas que venham resolver problemas às populações e isso não é desbaratar dinheiro público com obras faraónicas. Não é isso que se pretende”, garante.
Retirado de: Jornal do Fundão
Saiba mais em: Tortosendo Inclusivo



Tentei com este blog despertar o interesse de todos os Tortosendenses para a sua terra o que não consegui. Consegui sim foi arranjar meia dúzia de inimigos anónimos e o olhar desconfiado de outros tantos.
Continua a ser uma terra onde a maioria das pessoas só sabe criticar os outros e nada mais…para esses deixo aqui umas últimas palavras: " Ide para a puta que vos pariu !"
Fecho este blog com a consciência tranquila de que o meu “trabalho de casa” foi feito.
Por fim, não posso deixar de agradecer a todos os que passaram por aqui assiduamente… o meu muito obrigado…
António Moreira
PS: O blog continuará aberto, pois creio que o conteúdo se justifica, mas deixarei de postar.


No Flagrante Directo da RCB que juntou empresários da região à mesma mesa, o tema das portagens nas Scuts foi largamente debatido. Enganados e desmotivados, os empresários vão repensar o futuro nesta região que segundo Pedro Paiva "deixa de ser actrativa do ponto de vista do investimento". O administrador da Desfibras e sócio gerente da Family Farma aponta o dedo ao poder político central e local "eu penso que os políticos que tomaram esta decisão não conhecem a nossa realidade, não sabem onde fica a Beira Interior e os políticos locais também nada têm feito para alterar esta situação. Também Pedro Paiva equaciona a saída "eu estou descrente em relação ao futuro desta região e no meu caso vou repensar o futuro, não só por mim mas principalmente pelos meus filhos".
Os empresários deitam contas à vida. É o caso de João Carvalho, presidente do conselho de administração da Fitecom e proprietário da quinta dos termos "se essa medida for avante no caso da Quinta dos Termos vai aumentar os custos em 5%, no caso da Fitecom imagine o que são 200 toneladas a circular todos os meses nestas estradas, somos duplamente penalizados com a entrada da matéria prima e a saída do produto final". À semelhança de António Ezequiel também João Carvalho se sente enganado com este volt-face de introdução de portagens na A23 e A25 "eu quando fiz os investimentos na quinta foi também tendo por base o desencravamenteo da Beira Interior, ainda não há muito tempo que até Lisboa demorávamos 5 horas, hoje fazemos o percurso em duas horas e meia, o mesmo se passa em relação ao Porto, agora com a introdução de portagens na A23 e A25 vai ser complicado, e mais, é que as empresas deixando de ter margens de lucro deixam de investir". Um problema que médio prazo pode significar o fim de muitas empresas que sem investimento deixam de se modernizar.
Os empresários pedem ao poder político que repense a decisão de introduzir portagens na A23 e A25 sob pena de estar a condenar a região.
Retirado de: Rádio Cova da Beira