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Promover a inclusão de pessoas com mobilidade reduzida, construindo planos correctivos de eliminação de barreiras urbanísticas e melhorando a acessibilidade de todos são os objectivos do projecto “Tortosendo Inclusivo” promovido pela Junta de Freguesia.
Com um orçamento de 170 mil euros, comparticipados pelo Programa Operacional do Potencial Humano (POPH), a equipa técnica vai começar por fazer um diagnóstico das condições de acessibilidade na vila, explica Sara Ferrão. Para além do diagnóstico, o projecto contempla também acções de sensibilização e de formação com a elaboração de um manual de boas praticas para técnicos e empresários do sector da Construção Civil. Todas as actividades vão ser divulgadas no blogue do projecto e os resultados serão divulgados ao longo do ano numa plataforma online.
No final dos dois anos será elaborado Plano Local de Promoção de Acessibilidades (PLPA) e as obras que forem necessárias serão alvo de candidaturas a fundos comunitários. Segundo Mário Raposo, da Junta de Freguesia do Tortosendo, o que está previsto “é aplicar verbas que venham resolver problemas às populações e isso não é desbaratar dinheiro público com obras faraónicas. Não é isso que se pretende”, garante.
Retirado de: Jornal do Fundão
Saiba mais em: Tortosendo Inclusivo



Tentei com este blog despertar o interesse de todos os Tortosendenses para a sua terra o que não consegui. Consegui sim foi arranjar meia dúzia de inimigos anónimos e o olhar desconfiado de outros tantos.
Continua a ser uma terra onde a maioria das pessoas só sabe criticar os outros e nada mais…para esses deixo aqui umas últimas palavras: " Ide para a puta que vos pariu !"
Fecho este blog com a consciência tranquila de que o meu “trabalho de casa” foi feito.
Por fim, não posso deixar de agradecer a todos os que passaram por aqui assiduamente… o meu muito obrigado…
António Moreira
PS: O blog continuará aberto, pois creio que o conteúdo se justifica, mas deixarei de postar.


No Flagrante Directo da RCB que juntou empresários da região à mesma mesa, o tema das portagens nas Scuts foi largamente debatido. Enganados e desmotivados, os empresários vão repensar o futuro nesta região que segundo Pedro Paiva "deixa de ser actrativa do ponto de vista do investimento". O administrador da Desfibras e sócio gerente da Family Farma aponta o dedo ao poder político central e local "eu penso que os políticos que tomaram esta decisão não conhecem a nossa realidade, não sabem onde fica a Beira Interior e os políticos locais também nada têm feito para alterar esta situação. Também Pedro Paiva equaciona a saída "eu estou descrente em relação ao futuro desta região e no meu caso vou repensar o futuro, não só por mim mas principalmente pelos meus filhos".
Os empresários deitam contas à vida. É o caso de João Carvalho, presidente do conselho de administração da Fitecom e proprietário da quinta dos termos "se essa medida for avante no caso da Quinta dos Termos vai aumentar os custos em 5%, no caso da Fitecom imagine o que são 200 toneladas a circular todos os meses nestas estradas, somos duplamente penalizados com a entrada da matéria prima e a saída do produto final". À semelhança de António Ezequiel também João Carvalho se sente enganado com este volt-face de introdução de portagens na A23 e A25 "eu quando fiz os investimentos na quinta foi também tendo por base o desencravamenteo da Beira Interior, ainda não há muito tempo que até Lisboa demorávamos 5 horas, hoje fazemos o percurso em duas horas e meia, o mesmo se passa em relação ao Porto, agora com a introdução de portagens na A23 e A25 vai ser complicado, e mais, é que as empresas deixando de ter margens de lucro deixam de investir". Um problema que médio prazo pode significar o fim de muitas empresas que sem investimento deixam de se modernizar.
Os empresários pedem ao poder político que repense a decisão de introduzir portagens na A23 e A25 sob pena de estar a condenar a região.
Retirado de: Rádio Cova da Beira

Pais e encarregados de educação dos alunos do Externato de Nossa Senhora dos Remédios, Tortosendo (Covilhã) decidiram ontem, por unanimidade encerrar aquele estabelecimento de ensino no dia 27 e por tempo indeterminado, se o Ministério da Educação não negociar o financiamento do ensino particular e cooperativo.
Os pais, numa reunião que juntou cerca de 400 pessoas, aprovaram o fecho do estabelecimento como forma de protesto contra o corte no financiamento aos estabelecimentos com contrato de associação com o Estado.
A decisão ontem tomada está em harmonia com o movimento nacional SOS Educação. O que Pais e encarregados de educação querem é a liberdade de escolha, considerando que a diminuição em 30 por cento dos apoios financeiros inviabiliza colocar em prática qualquer projecto educativo e colocará em cima da mesa o encerramento das escolas.
Pais e encarregados de educação dos alunos do Externato de Nossa Senhora dos Remédios pedem que os deixem escolher o projecto educativo para os seus filhos, e garantiram que a ausência de negociações significará a manutenção dos protestos.

"Pela liberdade de ensinar e aprender e pela liberdade dos pais escolherem a escola dos seus filhos". Foi assim que um grupo de professores e alunos do Externato Nossa Senhora dos Remédios, no Tortosendo, justificou a presença na acção de campanha de Cavaco Silva na Covilhã. Ao actual Presidente da República, e de novo candidato ao cargo, José Orlando entregou um memorando sobre os 50 anos de história desta escola particular e aproveitou para pedir ajuda. "O Estado, em nome da crise, quer cortar em 30 por cento as verbas de financiamento o que significa que 50 trabalhadores do Externato Nossa Senhora dos Remédios podem ficar no desemprego".
O Externato do Tortosendo tem actualmente 350 alunos e 52 funcionários, 35 dos quais são professores. Segundo o docente do externato do Tortosendo, desde Novembro que as escolas particulares e cooperativas têm estado sob "a ameaça de fecho". Em causa está a portaria do ministério da educação publicada em Dezembro que determina que a partir do próximo ano lectivo as escolas vão receber 80.080 euros por ano e por cada turma, menos cerca de 30 por cento do que ate agora recebiam, recorda José Orlando.
A 27 de Dezembro o Presidente da República promulgou o diploma que regula o apoio do Estado aos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo. Dois dias depois o Ministério da Educação publicou uma portaria que alterou o modelo de financiamento. A decisão surpreendeu Cavaco Silva para quem "a legislação devia ter aberto espaço a um novo diálogo".
A resposta de Cavaco Silva às preocupações manifestadas por um pequeno grupo de professores e alunos do externato do Tortosendo que à semelhança de outros no País vive momentos de instabilidade. Segundo as escolas privadas e cooperativas a portaria publicada pelo Governo é ilegal porque põe em causa a liberdade de escolha da escola e vai gerar "profunda estabilidade" nos colégios com contrato de associação com o Estado.
Retirado de: Jornal do Fundão