segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

760 100 999 - Linha de Ajuda para a Madeira


Exibir mapa ampliado

Cada chamada é um contributo de 50 cêntimos. Uma iniciativa conjunta das rádios da Media Capital: Rádio Comercial, Cidade Fm, M80, Best Rock, Romântica, Rádio Clube e também Cotonete. 760 100 999. Cada chamada custa 60 centimos + IVA (a diferença é para custos das operadoras)

Ajude sem sair de casa...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Problema resolvido !



Ao passar na Rua Nova do Souto, verifiquei que já foi resolvida a situação, de que tinha aqui falado há uns tempos atrás, do perigo que representava as ruínas de uma casa que ali se encontra.
As pedras soltas foram removidas; todo o interior foi limpo; algumas paredes foram escoradas e a "porta de entrada" foi tapada por alguns tijolos para evitar a intromissão de estranhos ( podia ser um pouco mais alta pois como está ainda é possível a transposição da mesma por miúdos mais curiosos).

Deixo aqui os meus agradecimentos a quem melhorou, em muito e no possível, uma situação que se arrastava há longos anos...

Reportagem Público - Frulact

Da Tailândia ou de Portugal, 400 toneladas de fruta são tratadas por semana.

Aloe vera em lata que vem da Tailândia ou figos congelados que chegam em caixas. Cheira bem na fábrica da Frulact de Tortosendo, um enorme edifício envidraçado, instalado no Parque Industrial. Mas a fruta que se vê está embalada e pronta a entrar na linha de produção. Há a zona de frio que congela os pés, o local onde se guardam os aromas (inflamáveis), a zona de pesagem de secos, ou a sala para pesar alergénicos, em pressão negativa para evitar contaminação.

"A Frulact tem mais de 900 referências em produto acabado", vai dizendo João Miranda enquanto percorre a fábrica, que tem 280 trabalhadores. O preparado de fruta pode conter regulador de acidez, aromas, espessantes, açúcar e fibras ou até óleo de peixe. Tudo misturado, como se fosse um bolo, na unidade fabril.

De caixas de cartão saem figos congelados, que passam no tapete rolante para uma semidescongelação. São separados um a um e triturados em cubos. Há fruta que vem dos produtores já cortada. O passo seguinte é a ingredientação, onde se adicionam os aromas, por exemplo, seguindo a receita fornecida pelo cliente. Depois de misturado, o preparado é posto em grandes cubas de aço inoxidável que seguem, depois, para a câmara frigorífica. No laboratório de qualidade, fazem-se provas diárias dos produtos acabados com iogurte. O sabor tem de ser sempre o mesmo.

Por semana saem, em média, desta unidade 20 camiões que transportam, no total, 400 toneladas. França e Espanha são os principais destinos da produção, mas grande parte dos iogurtes que são vendidos em Portugal tem preparados de fruta da Frulact, garante João Miranda.

Com o conhecimento adquirido na transformação e processos, o passo mais lógico para a empresa foi, o ano passado, apostar numa marca própria de venda directa ao consumidor. A Fru ainda está apenas no mercado nacional, em forma de doces gourmet e premium, smoothies, e bebidas concentradas para diluição que se vendem em algumas grandes superfícies.

"É uma diversificação. Queríamos alargar a cadeia de valor", explica João Miranda. O conhecimento prévio dos mercados onde a Frulact já se encontra ajuda, e 2010 será "o ano" da Fru, que deverá começar a ser vendida noutros países. Em França, a entrada será concretizada em 2010.

É das fábricas da Frulact que sai a fruta enriquecida com cálcio para os iogurtes

Escolher um iogurte deixou de ser uma tarefa fácil. Há com ou sem pedaços, cheios de cereais ou de chocolate, naturais ou de aroma, líquidos ou cremosos. As novidades invadem as prateleiras a grande velocidade e quem fornece a indústria tem de estar sempre um passo à frente: os produtos têm, cada vez mais, edições limitadas e um tempo de vida curto. Inovar é, por isso, uma questão de sobrevivência.

Foi da área de Desenvolvimento e Aplicação da Frulact, empresa familiar da Maia, que saíram os preparados de fruta enriquecidos com cálcio, extractos de plantas e ómega 3 ou os preparados de legumes para a indústria dos lacticínios. A equipa de 22 trabalhadores deste departamento tem de "dominar a tecnologia do cliente" e antecipar as suas vontades, diz João Miranda, de 44 anos, presidente da única empresa em Portugal que faz preparados de fruta para a indústria dos lacticínios, pastelaria industrial, gelados e bebidas.

As seis unidades de produção que tem em quatro países diferentes produzem 45 mil toneladas, mas, depois de um ano de quebras acentuadas - o consumo dos seus produtos caiu entre 18 e 20 por cento - a empresa prepara-se para investir dois milhões de euros num laboratório de inovação e tecnologia, desenvolvimento e aplicação, instalado na Maia, com cerca de mil metros quadrados. "Servirá para apoiar o cliente, antecipar as tendências de mercado e encurtar o time to market. É mais fácil para os clientes deslocarem-se à Maia [onde está a sede da empresa] e saírem com um produto desenvolvido debaixo do braço", explica. O objectivo deste investimento de dois milhões de euros é manter esta estrutura em Portugal, apesar de 95 por cento do negócio da Frulact ser feito fora do país.

Desde que foi fundada, em 1987, que a investigação propriamente dita é entregue às universidades. "Fazemos projectos em conjunto, específicos para o que pretendemos [e aplicamos a inovação] que tenha valor acrescentado", afirma João Miranda. Destas parcerias saíram, por exemplo, novos métodos de detecção de pesticidas ou o desenvolvimento de corantes naturais para a indústria alimentar.Internamente, enquanto uns trabalham constantemente na antecipação das necessidades dos clientes, outros dedicam-se, no prazo de dois a três anos, a estudar as futuras tendências de produtos ou processos. "Anualmente cerca de dez por cento do volume de negócios desaparece devido ao fim de ciclo de produto. Temos de os voltar a ganhar. Ou temos capacidade de gerar novos produtos ou vamos à procura", diz João Miranda. No último ano, saíram do laboratório, pedaços de fruta para iogurte líquido, processo complexo onde se tem de garantir a textura e tamanho correctos para que a futa possa ser engolida.

Apostas em França e Itália

A fábrica de Tortosendo, na Covilhã, está actualmente a laborar a três turnos. Foi inaugurada em 2006 para facilitar a entrada da Frulact no mercado francês, onde, mais tarde, a empresa comprou a unidade da GBP (Granger Bouguet Pau), em Vichy, por cinco milhões de euros, numa estratégia de proximidade com os clientes. Em Julho do ano passado, foi adquirida outra fábrica em França, desta vez do Kerry Group, em Apt. Para ter "uma dimensão crítica", a empresa decidiu transferir a produção de Vichy para Apt, num processo criticado pelos trabalhadores e que ainda corre nos tribunais. João Miranda explica que o objectivo, agora, é "ter espaço para crescer" e avançar para o Benelux e Itália.

A primeira tentativa de internacionalização da Frulact não correu bem. Em 1999, a empresa chega a Marrocos "para servir uma fileira de indústrias do sector alimentar e o mercado de grande consumo", lê-se na página oficial. Mas, com a fronteira terrestre com a Argélia encerrada, os problemas foram muitos. "Em 2000 deslocalizámos para a Tunísia através de uma parceria. Três anos depois, fomos surpreendidos pelo nosso parceiro e por problemas que nos levaram a ter de vender a participação", conta.

Em 2008 a Frulact regressa a Marrocos e a fábrica serve de plataforma para o Norte de África e Médio Oriente. No mesmo ano também abre outra unidade na Argélia, que só abastece o mercado local. No total, são seis unidades - três em território nacional - que exportam produto para grandes multinacionais como a Danone, por exemplo. Este ano a Frulact quer apostar na venda directa ao consumidor, depois de, em 2009, a marca Fru ter dado os primeiros passos no mercado português.



Retirado de: Jornal Público / 21.02.10 / 1ª parte - Jornal Público /21.02.10 / 2ª parte

Limpar Portugal - Tortosendo





É já no próximo dia 20 de Março que começa a limpeza às lixeiras do Concelho da Covilhã. As imagens representam apenas algumas das situadas no Tortosendo.

Colabore na limpeza... Portugal agradece...

Pode ver todas as lixeiras do Tortosendo no seguinte site: Limpar Portugal /Grupo CVL

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Fotos do 2º grande nevão do ano






Estas são apenas algumas das muitas fotos enviadas por Fernando Gonçalves ao qual aqui agradeço...

sábado, 13 de fevereiro de 2010

No Tortosendo o Carnaval já saiu à rua




Sexta-Feira 12 de Fevereiro de 2010 e quando o relógio marcava, mais ou menos as 11 horas da manhã as crianças das escolas do primeiro ciclo e as dos jardins-de-infância da vila, conjuntamente com os veteranos do Centro do Convívio da Terceira Idade, saíam para a rua, comemorar mais um aniversário carnavalesco.
Com partida junto do Centro da Terceira Idade, percorreram algumas das principais artérias da vila, dando a esta uma animação e um colorido invulgar, que nem o frio intenso que se fazia sentir, fez arrefecer os ânimos a todos os participantes.

Foi bonito de se ver!

Retirado de: Do Torto Sendo Eu

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Vinte Trabalhos Originais


O centro hospitalar da Cova da Beira (CHCB) recebe uma exposição de artesanato da autoria de Carlos Cunha e António Reis, que está patente até ao próximo dia 17 de Fevereiro, no átrio principal do hospital Pêro da Covilhã.

A exposição apresenta mais de vinte peças originais, com fósforos, madeira e xisto, resultantes de um trabalho de minúcia e dedicação, que simbolizam para os dois artesãos a conquista de uma nova etapa nas suas vidas

“Não temos receio de dar a cara e contar a nossa história, porque queremos demonstrar que é possível e viável deixar o álcool e ser-se feliz”, refere Carlos Cunha. Ambos residem no Tortosendo, mas foi no grupo de voluntariado da unidade de tratamento de alcoologia do CHCB, que Carlos Cunha e António Reis se conheceram, travaram amizade e descobriram interesses comuns. De acordo com os dois artesãos, foi o apoio encontrado no grupo, que aliado ao gosto pelo artesanato, os ajudou a vencer o problema do álcool. Carlos Cunha montou a sua própria oficina, junto da casa onde habita, onde com António Reis se dedica à produção de réplicas de moradias, caravelas, fontes, parques e outros projectos elaborados a partir de fósforos, pedaços de madeira, areias, xisto, etc. Mais que comercializar as obras, o objectivo deste dois autodidactas é ver o seu trabalho reconhecido.

Retirado de: RCB

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Escritor/Ilustrador Pedro Seromenho



Dia 30 de Abril de 2010, o Escritor/Ilustrador Pedro Seromenho estará presente, entre as 10h e as 11h30m, na Escola Eb23 do Tortosendo numa pequena palestra e sessão de autógrafos.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Desfile Etno-Cultural ENSR - 2010


“Os 100 anos da República e os 140 anos da Covilhã”

À semelhança de anos anteriores, vai a Comunidade Educativa do Externato de Nossa Senhora dos Remédios – Tortosendo, realizar no dia 14 de Fevereiro de 2010, pelas 15h, um desfile Etno-Cultural cujo tema é “Os 100 anos da República e os 140 anos da Elevação da Covilhã a Cidade”.

Esta actividade, que se reactivou no ano anterior com grande sucesso, após um interregno de sete anos, pretende encher de alegria e cor as ruas do Tortosendo com cerca de 600 figurantes, onde não faltarão os carros alegóricos, filarmónicas, grupos de bombos, Zés Pereiras, tunas e muito mais.

Somos uma escola do presente, virada para o futuro. Dar-nos-á muito prazer a presença de todos aqueles que connosco queiram reviver ao vivo o que foram os 100 anos da República bem como os 140 anos da Cidade da Covilhã.


55º Aniversário



No passado sábado, dia 30 de Janeiro, o C.P.T. Pinhos Mansos celebrou o seu 55º aniversário.

domingo, 31 de janeiro de 2010

88º Aniversário



O Sport Tortosendo e Benfica, filial número 4 do Benfica, fez neste domingo 88 anos de vida. A colectividade está de parabéns...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Um pouco de história

Festa de Nossa Senhora dos Remédios

A festa de Nossa Senhora dos Remédios é uma festa secular que se realiza anualmente, no domingo anterior à Ascensão. Ontem como hoje, os Tortosendenses continuam a ser ardorosos devotos de Nossa Senhora dos Remédios, acorrendo em grande número à sua festa que se realiza, anualmente, no domingo anterior à Ascensão, na ermida situada num local bem aprazível e de onde se pode desfrutar um dos mais belos panoramas da região. Mas muitos são ainda aqueles que lembram, com saudade, o tempo em que a Festa de Nossa Senhora dos Remédios se realizava em quinta-feira da Ascensão, juntando a essa saudade uma certa mágoa pelo facto da festa ter mudado de dia, ainda antes da Ascensão ter deixado de ser dia santo de guarda, não encontrando, assim, justificação aceitável.

Todavia, a celebração da Festa nesta data era uma situação excepcionalíssima no país, não era um direito adquirido pelos tortosendenses, já que um dia destinado no calendário litúrgico cristão a uma celebração tão importante como a subida de Cristo ao Céu, para se encontrar novamente com o Pai, não deveria ser partilhada com qualquer outra "para que não perdesse de forma alguma o seu brilho". Assim sendo, todos os anos algum tempo antes da Festa, ia o Prior de então, reverendo Padre Ardérius, com elementos da comissão das Festas, pedir uma autorização especial ao Senhor Bispo da Guarda, "com o argumento de que era tradição a realização da festa nesse dia" e, ano a ano, acedia o digníssimo Prelado, correspondendo, desta forma, ao desejo do povo do Tortosendo.

Mas num determinado ano o senhor Prior, invocando "que a lei deveria ser cumprida e que em algum ano havia que começar", resolveu não ir à Guarda e decidiu que a festa passasse para o domingo seguinte. Não aceitou bem a Comissão de Festas tal decisão e demitiu-se, não obstando, no entanto, a que a mesma se celebrasse, por iniciativa do Pároco. Estranhou o povo tal mudança e estranhou, mais ainda, o facto de, contrariamente ao que sempre acontecera, os campos e pinhais à volta da Capela estarem vedados, argumentando os proprietários que "era dos usos e costumes da região que as sementeiras se iniciassem logo após a Ascensão", pelo que os trabalhos já haviam sido iniciados, nesse ano. Facilmente esta dificuldade foi ultrapassada nos anos seguintes, pois passou, então, a Festa a ocorrer, no domingo anterior à Ascensão, para que os romeiros pudessem merendar livremente nos campos e pinhais circundantes.

Para dar "mais pompa e luzimento" à Festa de Nossa Senhora dos Remédios constituiu-se, cerca de 1940, uma Comissão que se compunha de um Juiz, um Tesoureiro, Gerentes e outros colaboradores e durante váris anos não sofreu grandes alterações. Tinha a comissão a seu cargo, toda a organização da Festa e ainda um trabalho muito cuidadoso, o da "actualização automática do Caderno dos Mordomos e Mordomas de Nossa Senhora": havia a preocupação de inscrever imediatamente as crianças que nasciam ou aquelas outras pessoas que vinham de novo para o Tortosendo, sendo assim nomeados mordomos ou mordomas, chegando-se a 231 e 188 respectivamente, num total de 419, número bastante representativo. Entretanto já perto da Festa, a Comissão enviava-lhes uma carta-circular, apelando à sua generosidade, de modo a angariar mais fundos.

Alguns dias antes, era Nossa Senhora trazida da sua ermida, sem procissão, até à Igreja Paroquial, onde o andor era então, enfeitado com flores artificiais, sedas e cetins nas cores branca e azul, os quais haviam sido cuidadosamente guardados de um ano para outro. E era imediatamente a seguir à celebração da Missa da Hora que se dava início à única Procissão, com as imagens de Nossa Senhora e de São José. Abriam-na dois altos e pesados estandartes, um de Nossa Senhora dos Remédios e outro do Santíssimo, cada um deles levado por um homem bem possante, codjuvado por mais dois companheiros que, segurando em cordas que pendiam lateralmente, os ajudavam a equilibrar, todos eles envergando as opas pertencentes à Comissão, que ficavam ao longo do ano à guarda do Juiz.
Os Anjos espalhavam-se pela Procissão, mas sempre à frente da Nossa Senhora. Atrás deste andor seguiam pessoas com suas ofertas de: galinhas, coelhos, pombos, pães-de-ló que "eram dadas pelas pessoas que viviam bem e por todas as que faziam promessas por doenças, quando os filhos iam para a tropa ou por qualquer afronta". Também já se cumpriam promessas indo descalço ou levando velas da altura respectiva. "A procissão do dia era assim imponente". Na Capela havia missa cantada com três padres e sermão, e fazia-se a leitura dos nomes dos mordomos e mordomas.

Somente em plena 2ª Guerra, e com a intenção muito especial de se pedir pela paz, é que se resolveu fazer uma Procissão das Velas, à noite, na véspera da festa, tendo vindo Nossa Senhora em procissão o que aconteceu pela primeira vez, mas veio afinal a tornar-se na expressão máxima da devoção a Nossa Senhora. Nessa ocasião, e pela primeira vez, "o andor foi enfeitado com flores naturais (exclusivamente novelos)" que se pediram em várias casas. Nesta Procissão as senhoras vinham em duas filas, com velas e terminava com o andor de Nossa Senhora e os homens, em grande número, seguiam atrás cantando.

Festa de Nossa Senhora da Oliveira

Aparecendo no brazão de Tortosendo, uma oliveira como símbolo de que a freguesia é dedicada a Nossa Senhora da Oliveira, era interessante saber porque motivo o povo de Tortosendo optou por esta invocação, das inúmeras porque é venerada a Virgem Maria. A invocação a Nossa Senhora da Oliveira tem, em Guimarães, uma base importante e foi como passou a ser conhecida Santa Maria de Guimarães a partir do século XIV e, segundo a tradição, pelo facto de uma oliveira seca ter reverdecido três dias depois de lhe terem colocado junto dela uma cruz no pradrão comemorativo da Batalha do Salado. A notícia espalhou-se e o local começou a tomar o nome.
Em 1461 D. Afonso V numa carta refere-se "A Nossa Igreja de Santa Maria de Oliveira da Vila de Guimarães". Na história da Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, há factos curiosos que demonstram a devoção que os Reis e Senhores de Portugal lhe tinham. D. João I após a vitória da Batalha de Aljubarrota foi a Guimarães agradecer e oferecer a Nossa Senhora o loudel que vestiu na batalha, e mandou-lhe reconstruir o templo; D. Afonso V aumentou aos seus caseiros os chamados Privilégios das Tábuas Vermelhas que tinham sido concedidas por D. João em 1423 e que entre outros privilégios "Priva aos moradores deste lugar de egoas e de lhe fazerem seus filhos soldados, e de outros encargos e escorçónis".

Teria também o Tortosendo este privilégio como sucedia por exemplo com o povo da Orca? Algum senhor de Guimarães teria terras por estes lados e o privilégio existiu aqui? Seria esse facto a base para haver aqui o culto a N.S. sobre a invocação de Oliveira? Ou será apenas uma modificação de Nossa Senhora da Expectação ou Ó e que depois ficou de Oliveira? Sucede esse facto em Lourosa onde a mesma imagem é venerada com as três formas. Terá até alguma veracidade, se não esquecermos que a festa a Nossa Senhora da Oliveira em Tortosendo se realizava dia 18 de Dezembro que, no calendário litúrgico, é dedicado a Nossa Senhora da Expectação ou Ó.

Os nossos antepassados deviam ter grande devoção à sua padroeira, o que os levava a oferecerem-lhe até oliveiras, para que o seu rendimento ajudasse o culto à Nossa Senhora, como se pode constatar de uma acta de 1871, no livro de actas da confraria em que foram vendidas 34 oliveiras, que se encontravam espalhadas por diversos sítios do Tortosendo. Presentemente é pena a devoção ter esmorecido, mas nos últimos anos começou a querer revigorar com a festa em Agosto.

Escrito por Adélia Mineiro / Boletim da LAT (nº 14 - 2º trimestre 1995)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Unidos vence campeonato distrital



O Unidos do Tortosendo conseguiu mais um campeonato distrital de basquetebol. Num dos jogos mais disputados da temporada, a equipa de sub-16 tortosendense levou a melhor frente ao ABC.

Mais um campeonato de basquetebol para o Unidos. Desta vez, pela mão da equipa de Sub-16
que se revelou uma das principais aposta nesta época. Depois de na passada semana, terem vencido o primeiro de jogos decisivos para esta final, por uma margem mínima, os atletas do Unidos conseguiram manter a vantagem e sagraram-se campeões distritais. Um campeonato ganhou por uma formação que disputa também o campeonato de sub-16, mas que acabou por dar carta no escalão seguinte.
O campo do ABC foi palco deste derradeiro jogo, onde o Unidos entrou mais solto e com a noção de que a vitória daria acesso ao primeiro lugar da tabela. Ainda assim, a partida começou bastante disputada com ambas as equipas e conseguirem um equilíbrio.
Contudo, a necessidade imperiosa de vencer e de fazê-lo com alguma vantagem levou o ABC a arriscar mais e a abrir a sua defensiva. O suficiente para a formação visitante ganhar uma vantagem mínima que se revelou fundamental.
No final da partida, o Unidos venceu com um total de 70 pontos, frente aos 66 conseguidos pelo ABC. A conquista deste campeonato dá acesso à participação da equipa na Taça Nacional. Contudo, como a formação do Tortosendo é composta por atletas de Sub-16 que vão estar também na taça nacional deste escalão, o Unidos, num gesto de desportivismo e solidariedade institucional cedeu o seu lugar ao ABC da Covilhã.
Já no que diz respeito ao campeonato de Sub-19 Feminino, a história foi ao contrário. Desta feita, o campeonato foi direitinho para o clube covilhanense que conseguiu levar a melhor à formação do Tortosendo. Na passada semana, em casa, as atletas do Unidos não conseguiram vencer a equipa visitante. Uma semana depois, e a jogarem no terreno do ABC, a tarefa de chegar ao lugar cimeiro da tabela foi ainda mais difícil.
Num jogo sempre dominado pela equipa do ABC, cedo se começou a desenhar a vitória das atletas de sub-19. Com uma partida muito controlado por parte do ABC, o marcador acabou por acusar o desgaste da equipa visitante. O ABC sagrou-se assim campeão distrital de basquetebol sub-19 femininos com um resultado final de 71-51.

Retirado de: Urbi Et Orbi

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Organizações portuguesas que estão a aceitar donativos para o Haiti

Cáritas Portuguesa – pode fazer donativos na conta "Cáritas Ajuda Haiti", com o NIB 003506970063000753053 da Caixa Geral de Depósitos

– pode fazer donativos para o Fundo de Emergência da organização em vários bancos, indicados no site http://www.cruzvermelha.pt/cvp_t/, ou por telefone para o número 760 20 22 22 de atendimento automático (custo da chamada é de 0,60€ + IVA)

– contribua para esta missão através do NIB: 0007 001 500 400 000 00672 Multibanco: Entidade 20909 Referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços

– contribua para esta organização através da conta na CGD. NIB: 0035 2168 00020393630 21 ou cheque à ordem de Amurt - Associação de Apoio Social e Humanitário, enviados para Rua Visconde de Santarém, nº 71 3º andar, Sala 1 1000 - 286 Lisboa. Mais informações em http://www.amurt.pt/donativos

– contribua para esta campanha com transferências bancárias para o NIB: 0035 0355 00029529630 85, em conta da Caixa Geral de Depósitos.

– os donativos poderão ser feitos através do número bancário 0033.0000 45207093568 05 e os bens alimentares não perecíveis e medicamentos devem ser entregues na sede da associação, na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, em Lisboa.

– foi aberta uma conta destinada a recolher donativos para respostas de emergência (0046 0017 00600031123 74).

– campanha SOS Haiti – donativos para a conta 0697 6358 596 30, da Caixa Geral de Depósitos (NIB - 0035 0697 0063 5859 63074, da Bolsa de Valores Sociais, projecto promovido pela Euronext Lisbon, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundação EDP – pode contribuir registando-se na plataforma, em www.bvs.org.pt, como investidor social, seleccionar a opção "SOS Haiti" e escolher montante a doar e a forma de pagamento que pretende utilizar

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Painted Black - Eleitos a melhor banda nacional



Os Tortosendenses Painted Black foram eleitos pela Revista Loud como a melhor banda nacional sem contrato discográfico.
A banda de Tortosendo está neste momento em negociações com algumas editoras para o lançamento previsto em 2010 do seu primeiro albúm de originais.
Este 1º albúm foi gravado nos estúdios da Ultrasound, em Braga, com produção de Daniel Cardoso e Pedro Mendes.

Novo albúm que será uma das novas esperanças do Metal nacional...

Retirado de: Revista Blitz

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Onde está o Wally ?

Creio que toda a gente já ouviu falar deste "jogo":



No Tortosendo entre as 7h30m e as 9h00m e entre as 17 horas e as 19 horas, horas criticas de trânsito e confusão, podemos jogar ao " Onde está a G.N.R. ? " com uma única diferença: É que o Wally, mais tarde ou mais cedo, vamos encontrá-lo !

É engraçado que só se vêm militares da G.N.R. entre as 10 horas da manhã até às 16 horas, e nas horas de maior tráfego e confusão nunca estão presentes... pelo menos eu nunca os vejo.
Só por curiosidade posso dizer que 2ª feira desta semana, na Av. Viriato, e num percurso de 200 metros, havia mais de uma dúzia de automóveis parados, ora uns de um lado ora de outro: pessoas a comprar pão; a colocar o euromilhões; a levantar dinheiro no multibanco; no supermercado a fazer compras; a buscar a botija do gás... etc... etc... uma autêntica gincana. Chegou-se ao cúmulo de que apesar do semáforo estar verde ninguém conseguia avançar nem recuar...

Devem estar a perguntar-se se eu também lá paro ? Sim, também ! Mas podem acreditar que nunca nestas horas mais complicadas...

Agradecia assim a atenção para o caso, e não estou a pedir com isto que se comece a multar as pessoas, pois na maior parte das vezes basta uma chamada de atenção ou até, e simplesmente, a presença da autoridade é suficiente... obrigado...

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

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