segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Desfile Etno-Cultural ENSR - 2010


“Os 100 anos da República e os 140 anos da Covilhã”

À semelhança de anos anteriores, vai a Comunidade Educativa do Externato de Nossa Senhora dos Remédios – Tortosendo, realizar no dia 14 de Fevereiro de 2010, pelas 15h, um desfile Etno-Cultural cujo tema é “Os 100 anos da República e os 140 anos da Elevação da Covilhã a Cidade”.

Esta actividade, que se reactivou no ano anterior com grande sucesso, após um interregno de sete anos, pretende encher de alegria e cor as ruas do Tortosendo com cerca de 600 figurantes, onde não faltarão os carros alegóricos, filarmónicas, grupos de bombos, Zés Pereiras, tunas e muito mais.

Somos uma escola do presente, virada para o futuro. Dar-nos-á muito prazer a presença de todos aqueles que connosco queiram reviver ao vivo o que foram os 100 anos da República bem como os 140 anos da Cidade da Covilhã.


55º Aniversário



No passado sábado, dia 30 de Janeiro, o C.P.T. Pinhos Mansos celebrou o seu 55º aniversário.

domingo, 31 de janeiro de 2010

88º Aniversário



O Sport Tortosendo e Benfica, filial número 4 do Benfica, fez neste domingo 88 anos de vida. A colectividade está de parabéns...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Um pouco de história

Festa de Nossa Senhora dos Remédios

A festa de Nossa Senhora dos Remédios é uma festa secular que se realiza anualmente, no domingo anterior à Ascensão. Ontem como hoje, os Tortosendenses continuam a ser ardorosos devotos de Nossa Senhora dos Remédios, acorrendo em grande número à sua festa que se realiza, anualmente, no domingo anterior à Ascensão, na ermida situada num local bem aprazível e de onde se pode desfrutar um dos mais belos panoramas da região. Mas muitos são ainda aqueles que lembram, com saudade, o tempo em que a Festa de Nossa Senhora dos Remédios se realizava em quinta-feira da Ascensão, juntando a essa saudade uma certa mágoa pelo facto da festa ter mudado de dia, ainda antes da Ascensão ter deixado de ser dia santo de guarda, não encontrando, assim, justificação aceitável.

Todavia, a celebração da Festa nesta data era uma situação excepcionalíssima no país, não era um direito adquirido pelos tortosendenses, já que um dia destinado no calendário litúrgico cristão a uma celebração tão importante como a subida de Cristo ao Céu, para se encontrar novamente com o Pai, não deveria ser partilhada com qualquer outra "para que não perdesse de forma alguma o seu brilho". Assim sendo, todos os anos algum tempo antes da Festa, ia o Prior de então, reverendo Padre Ardérius, com elementos da comissão das Festas, pedir uma autorização especial ao Senhor Bispo da Guarda, "com o argumento de que era tradição a realização da festa nesse dia" e, ano a ano, acedia o digníssimo Prelado, correspondendo, desta forma, ao desejo do povo do Tortosendo.

Mas num determinado ano o senhor Prior, invocando "que a lei deveria ser cumprida e que em algum ano havia que começar", resolveu não ir à Guarda e decidiu que a festa passasse para o domingo seguinte. Não aceitou bem a Comissão de Festas tal decisão e demitiu-se, não obstando, no entanto, a que a mesma se celebrasse, por iniciativa do Pároco. Estranhou o povo tal mudança e estranhou, mais ainda, o facto de, contrariamente ao que sempre acontecera, os campos e pinhais à volta da Capela estarem vedados, argumentando os proprietários que "era dos usos e costumes da região que as sementeiras se iniciassem logo após a Ascensão", pelo que os trabalhos já haviam sido iniciados, nesse ano. Facilmente esta dificuldade foi ultrapassada nos anos seguintes, pois passou, então, a Festa a ocorrer, no domingo anterior à Ascensão, para que os romeiros pudessem merendar livremente nos campos e pinhais circundantes.

Para dar "mais pompa e luzimento" à Festa de Nossa Senhora dos Remédios constituiu-se, cerca de 1940, uma Comissão que se compunha de um Juiz, um Tesoureiro, Gerentes e outros colaboradores e durante váris anos não sofreu grandes alterações. Tinha a comissão a seu cargo, toda a organização da Festa e ainda um trabalho muito cuidadoso, o da "actualização automática do Caderno dos Mordomos e Mordomas de Nossa Senhora": havia a preocupação de inscrever imediatamente as crianças que nasciam ou aquelas outras pessoas que vinham de novo para o Tortosendo, sendo assim nomeados mordomos ou mordomas, chegando-se a 231 e 188 respectivamente, num total de 419, número bastante representativo. Entretanto já perto da Festa, a Comissão enviava-lhes uma carta-circular, apelando à sua generosidade, de modo a angariar mais fundos.

Alguns dias antes, era Nossa Senhora trazida da sua ermida, sem procissão, até à Igreja Paroquial, onde o andor era então, enfeitado com flores artificiais, sedas e cetins nas cores branca e azul, os quais haviam sido cuidadosamente guardados de um ano para outro. E era imediatamente a seguir à celebração da Missa da Hora que se dava início à única Procissão, com as imagens de Nossa Senhora e de São José. Abriam-na dois altos e pesados estandartes, um de Nossa Senhora dos Remédios e outro do Santíssimo, cada um deles levado por um homem bem possante, codjuvado por mais dois companheiros que, segurando em cordas que pendiam lateralmente, os ajudavam a equilibrar, todos eles envergando as opas pertencentes à Comissão, que ficavam ao longo do ano à guarda do Juiz.
Os Anjos espalhavam-se pela Procissão, mas sempre à frente da Nossa Senhora. Atrás deste andor seguiam pessoas com suas ofertas de: galinhas, coelhos, pombos, pães-de-ló que "eram dadas pelas pessoas que viviam bem e por todas as que faziam promessas por doenças, quando os filhos iam para a tropa ou por qualquer afronta". Também já se cumpriam promessas indo descalço ou levando velas da altura respectiva. "A procissão do dia era assim imponente". Na Capela havia missa cantada com três padres e sermão, e fazia-se a leitura dos nomes dos mordomos e mordomas.

Somente em plena 2ª Guerra, e com a intenção muito especial de se pedir pela paz, é que se resolveu fazer uma Procissão das Velas, à noite, na véspera da festa, tendo vindo Nossa Senhora em procissão o que aconteceu pela primeira vez, mas veio afinal a tornar-se na expressão máxima da devoção a Nossa Senhora. Nessa ocasião, e pela primeira vez, "o andor foi enfeitado com flores naturais (exclusivamente novelos)" que se pediram em várias casas. Nesta Procissão as senhoras vinham em duas filas, com velas e terminava com o andor de Nossa Senhora e os homens, em grande número, seguiam atrás cantando.

Festa de Nossa Senhora da Oliveira

Aparecendo no brazão de Tortosendo, uma oliveira como símbolo de que a freguesia é dedicada a Nossa Senhora da Oliveira, era interessante saber porque motivo o povo de Tortosendo optou por esta invocação, das inúmeras porque é venerada a Virgem Maria. A invocação a Nossa Senhora da Oliveira tem, em Guimarães, uma base importante e foi como passou a ser conhecida Santa Maria de Guimarães a partir do século XIV e, segundo a tradição, pelo facto de uma oliveira seca ter reverdecido três dias depois de lhe terem colocado junto dela uma cruz no pradrão comemorativo da Batalha do Salado. A notícia espalhou-se e o local começou a tomar o nome.
Em 1461 D. Afonso V numa carta refere-se "A Nossa Igreja de Santa Maria de Oliveira da Vila de Guimarães". Na história da Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, há factos curiosos que demonstram a devoção que os Reis e Senhores de Portugal lhe tinham. D. João I após a vitória da Batalha de Aljubarrota foi a Guimarães agradecer e oferecer a Nossa Senhora o loudel que vestiu na batalha, e mandou-lhe reconstruir o templo; D. Afonso V aumentou aos seus caseiros os chamados Privilégios das Tábuas Vermelhas que tinham sido concedidas por D. João em 1423 e que entre outros privilégios "Priva aos moradores deste lugar de egoas e de lhe fazerem seus filhos soldados, e de outros encargos e escorçónis".

Teria também o Tortosendo este privilégio como sucedia por exemplo com o povo da Orca? Algum senhor de Guimarães teria terras por estes lados e o privilégio existiu aqui? Seria esse facto a base para haver aqui o culto a N.S. sobre a invocação de Oliveira? Ou será apenas uma modificação de Nossa Senhora da Expectação ou Ó e que depois ficou de Oliveira? Sucede esse facto em Lourosa onde a mesma imagem é venerada com as três formas. Terá até alguma veracidade, se não esquecermos que a festa a Nossa Senhora da Oliveira em Tortosendo se realizava dia 18 de Dezembro que, no calendário litúrgico, é dedicado a Nossa Senhora da Expectação ou Ó.

Os nossos antepassados deviam ter grande devoção à sua padroeira, o que os levava a oferecerem-lhe até oliveiras, para que o seu rendimento ajudasse o culto à Nossa Senhora, como se pode constatar de uma acta de 1871, no livro de actas da confraria em que foram vendidas 34 oliveiras, que se encontravam espalhadas por diversos sítios do Tortosendo. Presentemente é pena a devoção ter esmorecido, mas nos últimos anos começou a querer revigorar com a festa em Agosto.

Escrito por Adélia Mineiro / Boletim da LAT (nº 14 - 2º trimestre 1995)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Unidos vence campeonato distrital



O Unidos do Tortosendo conseguiu mais um campeonato distrital de basquetebol. Num dos jogos mais disputados da temporada, a equipa de sub-16 tortosendense levou a melhor frente ao ABC.

Mais um campeonato de basquetebol para o Unidos. Desta vez, pela mão da equipa de Sub-16
que se revelou uma das principais aposta nesta época. Depois de na passada semana, terem vencido o primeiro de jogos decisivos para esta final, por uma margem mínima, os atletas do Unidos conseguiram manter a vantagem e sagraram-se campeões distritais. Um campeonato ganhou por uma formação que disputa também o campeonato de sub-16, mas que acabou por dar carta no escalão seguinte.
O campo do ABC foi palco deste derradeiro jogo, onde o Unidos entrou mais solto e com a noção de que a vitória daria acesso ao primeiro lugar da tabela. Ainda assim, a partida começou bastante disputada com ambas as equipas e conseguirem um equilíbrio.
Contudo, a necessidade imperiosa de vencer e de fazê-lo com alguma vantagem levou o ABC a arriscar mais e a abrir a sua defensiva. O suficiente para a formação visitante ganhar uma vantagem mínima que se revelou fundamental.
No final da partida, o Unidos venceu com um total de 70 pontos, frente aos 66 conseguidos pelo ABC. A conquista deste campeonato dá acesso à participação da equipa na Taça Nacional. Contudo, como a formação do Tortosendo é composta por atletas de Sub-16 que vão estar também na taça nacional deste escalão, o Unidos, num gesto de desportivismo e solidariedade institucional cedeu o seu lugar ao ABC da Covilhã.
Já no que diz respeito ao campeonato de Sub-19 Feminino, a história foi ao contrário. Desta feita, o campeonato foi direitinho para o clube covilhanense que conseguiu levar a melhor à formação do Tortosendo. Na passada semana, em casa, as atletas do Unidos não conseguiram vencer a equipa visitante. Uma semana depois, e a jogarem no terreno do ABC, a tarefa de chegar ao lugar cimeiro da tabela foi ainda mais difícil.
Num jogo sempre dominado pela equipa do ABC, cedo se começou a desenhar a vitória das atletas de sub-19. Com uma partida muito controlado por parte do ABC, o marcador acabou por acusar o desgaste da equipa visitante. O ABC sagrou-se assim campeão distrital de basquetebol sub-19 femininos com um resultado final de 71-51.

Retirado de: Urbi Et Orbi

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Organizações portuguesas que estão a aceitar donativos para o Haiti

Cáritas Portuguesa – pode fazer donativos na conta "Cáritas Ajuda Haiti", com o NIB 003506970063000753053 da Caixa Geral de Depósitos

– pode fazer donativos para o Fundo de Emergência da organização em vários bancos, indicados no site http://www.cruzvermelha.pt/cvp_t/, ou por telefone para o número 760 20 22 22 de atendimento automático (custo da chamada é de 0,60€ + IVA)

– contribua para esta missão através do NIB: 0007 001 500 400 000 00672 Multibanco: Entidade 20909 Referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços

– contribua para esta organização através da conta na CGD. NIB: 0035 2168 00020393630 21 ou cheque à ordem de Amurt - Associação de Apoio Social e Humanitário, enviados para Rua Visconde de Santarém, nº 71 3º andar, Sala 1 1000 - 286 Lisboa. Mais informações em http://www.amurt.pt/donativos

– contribua para esta campanha com transferências bancárias para o NIB: 0035 0355 00029529630 85, em conta da Caixa Geral de Depósitos.

– os donativos poderão ser feitos através do número bancário 0033.0000 45207093568 05 e os bens alimentares não perecíveis e medicamentos devem ser entregues na sede da associação, na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, em Lisboa.

– foi aberta uma conta destinada a recolher donativos para respostas de emergência (0046 0017 00600031123 74).

– campanha SOS Haiti – donativos para a conta 0697 6358 596 30, da Caixa Geral de Depósitos (NIB - 0035 0697 0063 5859 63074, da Bolsa de Valores Sociais, projecto promovido pela Euronext Lisbon, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundação EDP – pode contribuir registando-se na plataforma, em www.bvs.org.pt, como investidor social, seleccionar a opção "SOS Haiti" e escolher montante a doar e a forma de pagamento que pretende utilizar

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Painted Black - Eleitos a melhor banda nacional



Os Tortosendenses Painted Black foram eleitos pela Revista Loud como a melhor banda nacional sem contrato discográfico.
A banda de Tortosendo está neste momento em negociações com algumas editoras para o lançamento previsto em 2010 do seu primeiro albúm de originais.
Este 1º albúm foi gravado nos estúdios da Ultrasound, em Braga, com produção de Daniel Cardoso e Pedro Mendes.

Novo albúm que será uma das novas esperanças do Metal nacional...

Retirado de: Revista Blitz

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Onde está o Wally ?

Creio que toda a gente já ouviu falar deste "jogo":



No Tortosendo entre as 7h30m e as 9h00m e entre as 17 horas e as 19 horas, horas criticas de trânsito e confusão, podemos jogar ao " Onde está a G.N.R. ? " com uma única diferença: É que o Wally, mais tarde ou mais cedo, vamos encontrá-lo !

É engraçado que só se vêm militares da G.N.R. entre as 10 horas da manhã até às 16 horas, e nas horas de maior tráfego e confusão nunca estão presentes... pelo menos eu nunca os vejo.
Só por curiosidade posso dizer que 2ª feira desta semana, na Av. Viriato, e num percurso de 200 metros, havia mais de uma dúzia de automóveis parados, ora uns de um lado ora de outro: pessoas a comprar pão; a colocar o euromilhões; a levantar dinheiro no multibanco; no supermercado a fazer compras; a buscar a botija do gás... etc... etc... uma autêntica gincana. Chegou-se ao cúmulo de que apesar do semáforo estar verde ninguém conseguia avançar nem recuar...

Devem estar a perguntar-se se eu também lá paro ? Sim, também ! Mas podem acreditar que nunca nestas horas mais complicadas...

Agradecia assim a atenção para o caso, e não estou a pedir com isto que se comece a multar as pessoas, pois na maior parte das vezes basta uma chamada de atenção ou até, e simplesmente, a presença da autoridade é suficiente... obrigado...

Rastreio Visual



-- Clique para aumentar --

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Situação normalizada...



As escolas do ensino básico do 1º ciclo do Largo da Feira e Montes Hermínios estão a funcionar dentro da normalidade.

O Ministério da Educação veio reconhecer o alerta deixado pela autarquia respeitante à falta de pessoal não docente e reforçou o número de auxiliares.

Ontem os alunos cumpriram a tradição e cantaram as Janeiras ao Presidente da Junta de Freguesia.

Cumprimentos,

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Ministra da Educação reforça escolas do Tortosendo com mais auxiliares



O agrupamento de escolas e a junta do Tortosendo abriram ainda antes das 10:00 os portões da escola básica do Largo da Feira que esteve encerrada a cadeado num protesto contra a redução de pessoal auxiliar, refere a Lusa.

Cerca de duas dezenas de pais fecharam o portão principal ao princípio da manhã e colocaram no gradeamento faixas com frases de protesto.

«Quem dá conta das crianças», questionava Elisabete Vicente, esta manhã à porta da escola. «São muitos meninos e precisam de funcionários. Os pais têm razão em estar revoltados», referiu.


Depois da abertura dos portões, as aulas foram retomadas com normalidade, mas muitos pais acabaram por não deixar as crianças. Apenas metade dos cerca de 100 alunos compareceram.

Todos se queixam da redução de pessoal auxiliar que dizem pôr em causa o bom funcionamento dos estabelecimentos, mas tanto o director do agrupamento escolar, Alfredo Costa, como o secretário da Junta de Freguesia, David Silva, garantiram hoje o regresso à normalidade.

«O Ministério da Educação já anunciou um reforço de pessoal. Desde segunda-feira que estamos a deslocar pessoal da escola sede para as duas escolas básicas enquanto esses reforços não chegam», explicou o director do agrupamento.

A ministra da Educação, Isabel Alçada informou, ainda hoje, que as Escolas do Tortosendo foram autorizadas a recrutar mais dois funcionários auxiliares, um para cada escola, com horário completo, para dar apoio aquela comunidade.

Retirado de: JN / SIC

As Escolas do 1º Ciclo do Tortosendo

Reunião de Pais no Auditório da Junta de Freguesia, Terça-Feira dia 5 de Janeiro de 2010.

Começou a reunião como previsto pelas 18,30 horas, com a sala completamente cheia de pais, para ouvirem da boca dos responsáveis autárquicos as de marches efectuadas em tentativas de resolução das situações, já por nós relatadas, que depois de algumas perguntas pelos presentes e as respectivas respostas dos autarcas, nos pareceu haver luz, lá no fundo do túnel.
Era frequente ouvirem-se algumas bocas dentro da sala, da vontade expressa de alguns pais em encerrarem as escolas, até à total resolução do problema.
Mas agora também já o Agrupamento de Escolas reconhece, o que ainda á pouco tempo não reconhecia, haver de facto falta de pessoal nas escolas, aprontando-se até com um comunicado informativo dirigido aos pais dos alunos, que dizia assim:


Registamos a presença dos muitos pais a esta reunião e a forma interessada como todos eles assistiam e participavam, sendo já cerca das 20 horas, quando se dava a reunião por terminada, ainda ficando alguns por mais uns tempos, tecendo alguns comentários, sobre o caso.

Finalmente e por todas as partes envolvidas, Junta de Freguesia, Agrupamento de Escolas e Ministério da Educação, parece agora haver vontade expressa, de todas as entidades na resolução deste assunto.

Para bem dos Alunos, da Escola e deste Povo, sinceros votos de uma boa resolução.

Retirado de: Um Torto Sendo Eu

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Vesticon encerra e lança 95 no desemprego



As confecções Vesticon no Tortosendo vão encerrar e deixar 95 trabalhadores no desemprego, adiantou à Agência Lusa o presidente do Sindicato Têxtil da Beira Baixa (STBB), Luís Garra, que pede “uma investigação séria” à empresa.

“A administração anunciou que vai avançar com um processo de insolvência”, explicou o dirigente sindical. Dentro da fábrica, o último dia do ano foi também o último dia de trabalho, sem qualquer garantia quanto ao pagamento do mês de Dezemmbro.

“Aos trabalhadores resta avançar com a suspensão ou rescisão dos contratos”, conforme os casos, acrescentou. Dos 205 trabalhadores que existiam no início do ano, estão vinculados à empresa 55 que continuavam a trabalhar e outros 40 com contratos suspensos.

A Vesticon beneficiou durante 18 meses do pagamento de 50 por cento dos salários por parte da segurança social, período após o qual os salários começaram a atrasar-se e a que se seguiu um primeiro processo de insolvência, em Março.

Retirado de: Diário Digital

Carlos Abreu preocupado



Dado que é um assunto bastante importante e do interesse de todos, assunto este que tem de ser debatido, e que tem sido tema de conversa nos últimos dias ( A esta hora, está a decorrer uma reunião na Junta de Freguesia, com a presença de todos os pais que os filhos estejam a estudar na Escola Eb1 Largo da Feira e Escola Eb1 Montes Herminios ), deixo aqui uma entrevista do presidente da Junta, D. Carlos Abreu, à Radio Cova da Beira.

O presidente da junta de freguesia do Tortosendo não poupa nas críticas à direcção regional de educação do centro e ao instituto de emprego e formação profissional. Em causa o facto de não ter sido autorizada a continuidade dos trabalhadores que desenvolvem funções não lectivas nas escolas do primeiro ciclo ao abrigo dos programas ocupacionais.
Das 18 pessoas contratadas para apoiar as actividades não lectivas nas 2 escolas do 1º ciclo da vila apenas 7 se mantem em funções. Uma situação que também afecta o funcionamento da cantina escolar que serve diariamente refeições a 70 crianças.
Para o presidente da junta de freguesia do Tortosendo, esta situação "vai trazer dificuldades ao funcionamento normal das actividades lectivas uma vez que as cerca de 200 crianças que frequentam as 2 escolas vão ficar sem o devido acompanhamento".
Carlos Abreu acrescenta que "desde que o actual executivo da junta tomou posse, envidámos todos os esforços para evitar que esta situação acontecesse mas o instituto de emprego vedou-nos a proposta de continuidade que apresentámos para que os trabalhadores não docentes ao abrigo dos programas ocupacionais pudessem manter-se em funções".
O autarca garante que a junta de freguesia "já apresentou uma nova candidatura de programas ocupacionais ao instituto de emprego" mas,caso seja aprovada, espera que "o ministério da educação assegure a sua parte na comparticipação financeira uma vez que a alteração da lei obriga a que a junta, para além dos subsídios de transporte e refeição e dos seguros, seja responsável pelo pagamento de 20 por cento do valor total do salário uma vez que essa situação é incomportável do ponto de vista financeira uma vez que não recebemos qualquer valor para esse efeito e até agora tem sido a junta de freguesia a subsidiar o ministério".

Carlos Abreu considera ainda que a freguesia do Tortosendo "está a ser marginalizada pela direcção regional de educação noutros aspectos como o pavilhão para a prática de educação física na escola EB 2/3; se querem construir o equipamento, muito bem; agora o que não podemos compreender é que exista um pavilhão com todas as condições a 50 metros da escola e a DREC não autorize que os alunos ali realizem as aulas de educação física".



Tortosendo: Passagens de ano caseiras



No Tortosendo, pequena freguesia da Covilhã, as passas, o champanhe e a animação ficaram dentro do conforto dos lares.

O último dia do ano costuma ser marcado por ruas cheias de pessoas em festa, discotecas sobrelotadas e fogo-de-artifício, porém a vila do Tortosendo parecia ter adormecido na passagem para 2010. Mesmo após as 12 badaladas, pouco mais se ouvia do que bater dos tachos às janelas e alguns foguetes a rebentar. A festa fez-se, mas em casa.
Lídia Portela, dona do café Graal, um dos mais visitados da vila, diz que este ano optou por não abrir o café ao público depois da meia-noite: “é preferível uma festa mais íntima e com mais significado. Além disso, evitam-se assim as confusões provocadas pela afluência de demasiadas pessoas.” E o café Graal não foi excepção: a maioria dos estabelecimentos comerciais encerrou por volta das 18h.
Com as festas marcadas para casa, muitos tortosendenses optaram por comprar a doçaria típica desta época nas casas da especialidade. Na Pastelaria do Centro, os doces mais procurados são semelhantes aos que se vendem no Natal. A funcionária, Sandra Martins, coloca o tronco, o pudim de ovos e as filhós e tartes regionais no topo da lista de aquisições. Já na rival Pastelaria Central, o Bolo da Festa, segredo da casa, é aquele que mais saída tem, juntamente com tradicional bolo-rei. Mas não é só de doces que se fazem os banquetes de ano novo. No minimercado Os Loureiros, as frutas tropicais, como o abacaxi e a manga, o leitão e as gambas foram os produtos do dia.
Maria Gomes, dona de casa, confessa que jantar fora não é uma opção, uma vez que “os preços são muito elevados e é melhor fazer uma refeição mais económica em casa, que pode ser igualmente apetitosa”. Para os jovens, o grande problema é não haver espaços de lazer nocturno na vila, por isso muitos optaram pelas discotecas da Covilhã.
No Lar de Idosos do Tortosendo não houve festa este ano. Alguns residentes do lar foram para casa de familiares, e os restantes passaram para 2010 já a dormir. Alfredo Costa, o director do lar, adianta que “a grande festa foi feita no Natal, mas nesta altura é preciso dar também descanso aos funcionários. Além disso, os idosos não ligam muito à passagem de ano”.

As tradições e superstições da noite de fim de ano mantêm-se vivas. Desde as mais normais, como comer passas e bater tachos, às mais caricatas, como vestir cuecas azuis, beijar o vizinho do lado ou partir um prato, os rituais repetem-se para que a sorte seja uma constante no novo ano.

Retirado: Urbi Et Orbi

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Clica nas Mensagens Antigas

Clica nas Mensagens Antigas

Número total de visualizações de página